ABAPA PARTICIPA DA 32ª CONFERÊNCIA DE BREMEN

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O vice-presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Luiz Carlos Bergamaschi, participou, entre os dias 19 e 21 de março, da 32ª Conferência de Algodão de Bremen, na Alemanha. Esse ano com o tema “Cotton for people”, o evento e os debates trouxeram como preocupação as expectativas dos consumidores finais de algodão sobre os produtos que recebem.

“É um evento que reúne os grandes líderes da cadeia produtiva do algodão no mundo. Certamente contribuirá muito para a evolução de todo esse processo no Brasil. Foram momentos privilegiados com trocas de experiências, debates sobre análises, resultados de pesquisas e soluções que foram apresentadas e discutidas em todas as etapas, do cultivo do algodão e seu processamento, da comercialização até o encontro com o consumidor”, disse Bergamaschi.

Além das discussões tradicionais do encontro, Grupos de Trabalho (GT) do Comitê Consultivo Internacional do Algodão (ICAC) também se reuniram. No GT Padronização Comercial da Análise Instrumental do Algodão (CSITC), Axel Drieling, Gerente do Laboratório de Bremen, apresentou resultados das análises feitas pelos laboratórios participantes do programa de checagem de análises, mostrando que a qualidade das análises está melhorando, embora ainda existam laboratórios que se afastam da média considerada aceitável em alguns itens analisados.

Já no GT Painel Consultivo do Setor Privado (PSAP), as discussões giraram em torno da intervenção governamental no comércio de algodão, os membros do PSAP debateram, após questionamento do representante da Grécia, sobre um problema que está sendo causado por exigências de governo nas medidas fitossanitárias. A sugestão do PSAP é que se proponha que procedimentos mais transparentes e lógicos sejam adotados pelos diversos países sobre o tema.

A Conferência de Bremen começou na década de 1950, tratando exclusivamente de questões de testes de algodão. Ao longo dos anos, passaram a incluir, questões sobre a produção de algodão e as etapas seguintes da cadeia têxtil. Em 2014, pela primeira vez, o debate chegou ao consumidor final, com discussões sobre a sustentabilidade na produção.

Fonte: ASCOM/ABAPA

Alô Alô Salomão

 

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