ANDORINHAS DÃO ESPETÁCULO NO CENTRO HISTÓRICO DE BARREIRAS

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Alguns moradores se posicionam em pontos estratégicos para fotografar, filmar ou simplesmente assistir ao espetáculo de milhares de andorinhas que sobrevoam o Centro Histórico de Barreiras e pousam diariamente por volta das 19h 00, em uma árvore da Praça Dr. Augusto César Torres. O fenômeno começou em janeiro do ano passado e está se repetindo no mesmo período de 2017. VEJA VÍDEO.

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As aves passeiam nos ares de um lado para o outro, possivelmente se alimentando de insetos, dão voos rasantes e descem enfileiradas em direção ao ponto de dormida, como se estivessem recebendo ordem de um “comandante”. Os observadores ficam encantados e se divertem acompanhando os seus movimentos. Depois que aterrissam, elas fazem bastante barulho até se agasalharem entre os galhos para mais uma noite de repouso.

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No dia seguinte, deixam bastante sujeira no local, desta forma, a limpeza de dejetos e penas precisa acontecer diariamente. Os moradores não se incomodam com isso, por saberem que elas estarão mudando de endereço dentro de pouco tempo e possivelmente só retornarão em 2018. “Precisamos respeitar a natureza. Todos necessitam ter essa consciência. Esse é um espaço delas, que nós ocupamos”, comentou a professora Vandete Pereira de Brito.

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Elas surgem a partir das 18h 00, onde ficam até as 05h 00 da madrugada. Quando pousam o aposentado Ismael Monteiro de Souza chega bem perto da árvore para filmar cada detalhe. “É um horário em que paramos tudo para assistir”, disse a dona de casa Ivanilde da Cunha dos Santos.

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“As andorinhas são um grupo de aves passeriformes da família Hirundinidae. A família destaca-se dos restantes pássaros pelas adaptações desenvolvidas para a alimentação aérea. As andorinhas caçam insectos no ar e para tal desenvolveram um corpo fusiforme e asas relativamente longas e pontiagudas. Medem cerca de 13 cm (comprimento) e podem viver cerca de oito anos ou mais.

As fêmeas fazem uma postura de 4 ou 5 ovos, que depois são incubados durante cerca de 25 dias. Passado o tempo da incubação, nascem os jovens, cuja alimentação é feita por ambos os progenitores.

Quando há temperatura baixa, as andorinhas juntam-se em bando e vão à procura de locais da Europa mais quentes, indo também para o norte de África. Depois, quando a temperatura volta a subir, por volta da primavera, regressam novamente. Constroem as suas casas perto do calor, em pequenos ninhos normalmente colados ao tecto”,  (Wikipedia). VEJAM VÍDEO DA REVOADA…

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Silvia

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Alô Alô Salomão