CATADOR DE MATERIAL RECICLÁVEL ERA UMA DAS VÍTIMAS DA CHACINA NO NOVO HORIZONTE

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A catadora de material reciclável Maria Aparecida Pereira, 34 anos, diz que seu esposo morreu, porque estava no local errado e na hora errada. O catador de recicláveis, José da Cruz Ferreira, de 58 anos, chegava numa oficina para consertar os faróis do seu carro, por volta das 11h 10, quando foi convidado por Joanne Oliveira da Silva, 26 anos, Izac Rodrigues da Silva, de 31 anos e Francisca da Silva Vitorino, de 42 anos, para ir com eles até o local onde Manoel Messias da Silva Viturino, 36 anos, tinha sido assassinado, horas antes, no Parque Novo Horizonte. Os quatro foram literalmente metralhados no mesmo lugar do primeiro crime.

De acordo com Maria Aparecida ouviu uma das mulheres dizendo que nenhum dos três possuía carteira de habilitação, portanto, precisavam que o seu esposo dirigisse o carro para eles. “Eu quase entro no carro com ele, porque a gente sempre andava junto”, comentou aos prantos.

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Informações da Polícia Civil dão conta que, executaram José Messias com mais de dez tiros de pistola. Dois homens encapuzados seriam os autores do crime. A vítima se encontrava em um táxi, que bateu contra um muro ao ser interceptado pelos criminosos a bordo de um Fiat/Idea, cor verde. As outras vítimas foram executadas por ocupantes de um veículo Prisma, cor prata, de placa não identificada, aproximadamente às 13h 00. Os executores nada fizeram contra o motorista do táxi.

José da Cruz tinha quatro filhos com Maria, de oito, dez, doze e quinze anos de idade. Casaram-se há 15 anos. “Estou desesperada. Meus filhos não estão acreditando na morte do pai”.

O caso está sendo investigado pela delegada titular do DHPP – Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa.

FAMÍLIA É METRALHADA AO CHEGAR EM LOCAL ONDE PARENTE TINHA ACABADO DE SER ASSASSINADO

Alô Alô Salomão

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