CENTRO DE REFERÊNCIA DE ATENDIMENTO À MULHER FOI INAUGURADO NA NOITE DESSA QUINTA-FEIRA, EM BARREIRAS

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Barreiras foi contemplada na noite da última quinta-feira, 11, com a instalação

do Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM, o primeiro do

oeste baiano. A inauguração do centro é fruto da parceria entre os Governos

Municipal, Estadual e Federal, na busca pelo engajamento social pelo fim da

violência contra as mulheres.

A sede do CRAM está localizada em um ponto de fácil acesso, Rua Marechal

Deodoro, nas proximidades do Cais de Barreiras. No local, será oferecido todo

o apoio jurídico e técnico social e acolhimento às mulheres vítimas de abusos

físicos e psicológicos. Durante a cerimônia de entrega do espaço à

comunidade, o Prefeito Antonio Henrique destacou a importância do

funcionamento do centro.

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“Este espaço representa um instrumento fundamental para a harmonia social e

a cultura de paz em nossa cidade. Instalamos o CRAM oferecendo ao governo

estadual o imóvel e todo o corpo de servidores que vai atuar neste órgão

público de garantia de direitos”, disse o prefeito.

A chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres,

karla Ramos, representou a secretária estadual Olívia Santana durante a

solenidade, e reafirmou a importância da parceria desenvolvida com o governo

municipal que ajudará na concretização do trabalho em rede.

“O papel da rede é fundamental, pois não temos como perceber e acreditar no

movimento da violência contra a mulher se a rede não funciona. A rede é que

faz com que as mulheres possam ser atendidas. O combate à violência contra

a mulher é de toda a sociedade baiana”, completou Karla.

Assistente social, psicóloga, advogada, pedagoga e educadoras atuarão nas

atividades diárias do CRAM, nessa estrutura existem ainda funcionários de

apoio administrativo e dois veículos para atendimentos externos. As práticas

serão coordenadas pela Secretaria Municipal do Trabalho e Promoção Social.

“Estamos muito felizes com a conquista de hoje, a mulher também precisa ser

valorizada, gostaria que as pessoas passassem a utilizar o número 180 para

denúncias. Antes as mulheres tinham medo, mas hoje isso vem diminuindo

com o trabalho de órgãos como a DEAM – Delegacia especializada em

atendimento da mulher e agora com o CRAM que vai complementar o trabalho

da rede de proteção”, comentou Antonia Pedrosa.

Por: Yonara Alves

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