CHUVAS CAUSAM ALAGAMENTO DA CADEIA E PROVOCAM REBELIÃO NO COMPLEXO POLICIAL DE BARREIRAS

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O plantão de domingo para segunda-feira, 07, foi turbulento no Complexo Policial do bairro Aratu. A primeira situação inoportuna ocorreu por volta das 10h 00 da manhã, quando os detentos começaram a pedir socorro médico para o companheiro de presídio Raniere Araújo de Queiroz, 24 anos.

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Ele foi retirado da cela pelos agentes investigadores Welington Gomes e Felipe Ferreira e encaminhado ao posto de saúde 24 horas para diagnóstico, na unidade de saúde ele recebeu um papelote das mãos da jovem Juliana Barbosa Silva, de 18 anos, que causou desconfiança nos policiais. Eles pediram para verificar o que havia no embrulho e terminaram encontrando 37,47 gramas de maconha.

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Juliana foi presa e conduzida pra delegacia de polícia. Ao questionar Raniere sobre a maneira como havia combinado o encontro com a mesma no posto de saúde, o prisioneiro confessou que possuía um aparelho celular em sua cela desde quando foi preso há seis meses.

Às 04h00 da madrugada os agentes plantonistas sentiram um forte odor de fumaça e constataram que os fios da caixa de controle de energia elétrica estavam em curto. Os policiais acionaram o Corpo de Bombeiros e uma equipe da Coelba, que corrigiu provisoriamente o problema e sugeriu reparos na rede elétrica.

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Já por volta das 04h 30 os detentos iniciaram uma rebelião e quebraram cadeados das celas para fugir do alagamento provocado pelo transbordo das fossas do Complexo Policial em consequência das chuvas que caíram durante toda a madrugada em Barreiras.

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Os encarcerados ainda conseguiram chegar até o setor de custódia da delegacia, mas permaneceram no local sem causar desordens, demonstrando que queriam apenas se refugiar da área alagada da cadeia.

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Imaginando que se tratasse de uma situação de grande tumulto, a Polícia Militar chegou preparada para imprimir uma ação enérgica se houvesse necessidade, mas tudo terminou sem qualquer conflito.

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A mesma água contaminada que sai da cadeia e da área do necrotério do DPT, além de causar transtornos aos presos contaminam as águas pluviais que escoam em frente à delegacia e Justiça do Trabalho.

Alô Alô Salomão

 

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