CUIDADO COM OS GOLPES!

A Polícia Civil registrou três casos de “estelionato” no plantão desta quarta-feira, 31, no complexo policial do bairro Aratu, em Barreiras/BA.  De acordo com o Código Penal brasileiro é uma modalidade de crime em que o bandido emprega meio fraudulento, induzindo ou mantendo alguém em erro, e, assim, conseguindo, para si ou para outrem, vantagem ilícita, com dano patrimonial alheio.

Apesar das constantes advertências divulgadas pela imprensa nacional sobre usuais modalidades de fraudes, cidadãos desinformados ainda “caem na lábia” de enganadores e sofrem altos prejuízos.

Em Barreiras, uma senhora de 63 anos, moradora do bairro Vila dos Funcionários, foi lesada por um individuo desconhecido na tarde de terça-feira, 30. Por contato telefônico, ele se identificou com o falso nome de um parente dela, e pediu o valor de hum mil reais para consertar seu carro que estava no “prego”. A vítima alega que efetuou o depósito em uma conta da Caixa Econômica Federal. Horas depois, descobriu que tinha sido enganada e procurou a delegacia de polícia para denunciar o caso.

Um barreirense de 73 anos entregou seu cartão de crédito e a senha, para elemento desconhecido, o qual se apresentou como funcionário do banco e lhe ofereceu ajuda na hora de sacar o benefício do INSS. Ele sacou o dinheiro do idoso, alegou que não tinha conseguido realizar a transação e devolveu cartão e senha. Chegando ao caixa de atendimento personalizado, a vítima foi informada sobre a retirada fraudulenta do seu dinheiro.

Um empresário quase sofreu prejuízo ao aceitar proposta de atualização do seu dispositivo eletrônico ‘tokem’ e instalação de antivírus do banco Santander, oferecidas por um golpista, o qual se identificou como funcionário da instituição bancária, ao manter contato telefônico. De posse dos dados, o embusteiro ainda debitou a importância de R$ 21. 879, 00 na conta do cidadão. Ele desconfiou e manteve contato com a gerência do banco, porque o estelionatário pediu que o mesmo só acessasse sua conta no dia seguinte. Logo após, o banco restituiu a quantia transferida. “As vítimas as vezes são desinformadas e também agem com ingenuidade”, comentou um agente investigador de polícia.

Alô Alô Salomão