DEPOIS DE OPERAÇÃO CONJUNTA, DIRETOR DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA ADVERTE QUE CASAS DE PROSTITUIÇÃO FUNCIONAM COMO HOTÉIS EM BARREIRAS

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Vigilância Sanitária, Juizado de Menores, Conselho Tutelar, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Civil iniciaram nesta quinta-feira, 20, uma operação de fiscalização as casas noturnas de Barreiras. A força tarefa pretendia combater a prostituição infantil, uso de armas, drogas e averiguar se as normas de atendimento aos usuários e funcionários obedecem à legislação vigente do país nestes ambientes.

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Verificaram ainda se os estabelecimentos possuem alvarás sanitários, alvarás de funcionamento e condições de higiene de cada um deles. Foram notificadas irregularidades em todos os locais visitados. Quatro trabalham sem alvarás e apresentam visíveis perigos de contaminação em seus dormitórios, como por exemplo: paredes úmidas, infiltração no teto, lençóis sujos e velhos. Foram também encontrados focos de contágio nos refeitórios e banheiros. Banheiras e assentos sanitários com marcas de ferrugem e manchas, que indicam sinais de péssima higienização.
“Notamos a ausência de preservativos, toalhas, sabão liquido, papel toalha nos banheiros e outras anormalidades”, observou o diretor da Vigilância Sanitária, Márcio Pita.
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A operação segundo o delegado titular seccional, Francisco Carlos de Sá deverá acontecer periodicamente, a partir de agora, e poderá contar ainda com a presença de representantes do Ministério do Trabalho e Ministério Público estadual. Ressaltou que os órgãos envolvidos pretendem definir um cronograma de atividades para os dias de maior movimento, e em outros locais, que vêm sendo denunciados por violação dos direitos de cidadania. “Pretendemos fazer grandes operações durante este ano”, observou.
Em um dos hotéis revistados, a equipe constatou que a vizinhança estava sendo perturbada pela utilização de aparelhagem sonora em alto volume e havia a presença de um turista com sua família numa hospedagem, que funciona como uma espécie de motel ‘camuflado’. “Existe o nome de pousada na fachada, mas na realidade é um motel disfarçado, e têm muitas pessoas que vão para esses locais com suas esposas e filhos em busca de um melhor preço, todavia, não sabem os riscos que estão correndo de contrair uma doença sexualmente transmissível”, concluiu Márcio.

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Os donos desses estabelecimentos foram notificados e advertidos sobre as adequações que terão o prazo de 72 horas para começarem a cumprir. As próximas abordagens terão caráter punitivo, com multas, processos e até detenções e ninguém será avisado sobre a data de realização.

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