DESCONHECIDO PODE TER INFESTADO O CAIS DE BARREIRAS COM PÓ DE MICO PARA COMBATER A POLUIÇÃO SONORA

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Suspeita-se que alguém com a finalidade de expulsar os farristas e combater a poluição sonora nesta área, tenha pulverizado parte do cais no centro da cidade usando um liquido oleoso, provavelmente óleo queimado e pó de mico, substância retirada de uma vargem de planta ou encontrada em lojas que vendem produtos para candomblé. O contato com ele provoca forte coceira e irritabilidade na pele.

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Ninguém podia se sentar no local nesta terça-feira, 04, último dia de carnaval, para não se sujar com o liquido ou contaminar o corpo com o produto que causava irritação no corpo de quem pelo menos se aproximasse.

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Os habitantes da área não sabem quem deixou aquela sujeira no cais, mas afirmam que há muito tempo vêm cobrando providências de diversos órgãos municipais e estaduais, quanto à fiscalização e punição dos proprietários de som automotivo que tiram o sono de pessoas de todas as idades que ali residem e todos fazem ‘vista grossa’. “Eles demonstram estar alheios à situação e nós não aguentamos mais tanto desrespeito”, ressaltou um morador que não quis se identificar.

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De acordo com a vizinhança do cais, além da barulheira, durante a farra que muitas vezes vai até o amanhecer, urinam nas calçadas e paredes das residências, invadem o passeio da rua, fazem consumo de drogas proibidas e causam muita confusão e desordem. Isso vem ocorrendo há anos. Um dos moradores encaminhou uma mensagem por email à redação do Alô Alô Salomão, abordando o assunto e expondo sua indignação com o desrespeito a Lei do Silêncio.

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Mensagem

Boa Tarde, quero aqui na credibilidade do seu Blog e da sua pessoa como jornalista, deixar o meu repúdio e a minha indignação contra os poderes constituídos desta cidade que deixaram a população de Barreiras, que não gosta de carnaval, idosos, pessoas de outros cultos, sem ter os seus direitos garantidos pelo poder público nos dias de carnaval, ficarem sitiadas nas suas casas com a poluição sonora tremenda, de sons automotivos que se revezavam de hora em hora, que começaram no sábado as 10 h 00 da manhã e terminaram as 09 h 00 da noite e se mantiveram parte do dia até segunda-feira, 03.

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Ligamos incessantemente para a Polícia Militar que se omitia a nos ajudar, dizendo que isso era como “secar gelo”, ligamos para um tal de Nailton que é responsável pela Sec. de Meio Ambiente, que desligava o telefone, então, tivemos a ideia de ligar para a Guarda Municipal onde fomos bem atendidos, mas sua vinda não teve efeito sobre os donos dos carros que não deram a mínima para os guardas, a quem diziam não ter autoridade sobre sonorização, pois a guarda até hoje não é municipalizada.

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Fico triste em viver numa cidade sem lei onde todos fazem o que querem, deixo aqui o meu apelo ao Prefeito para que municipalize a Guarda Municipal urgentemente para que ela possa atuar nessas situações, sem outro assunto a lhe dizer um grande abraço. Por favor, leia este apelo quando estiver no ar em seu programa. Obrigado?

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Formulário enviado dia 04/03/2014 às 16:06:56

Alô Alô Salomão

 

BEL GUINCHO