FAMILIARES PEDEM JUSTIÇA PELA MORTE DE JOELMA MUNIZ

ddae7a65-58ea-4951-94f7-5aba63f158cd

 

Durante visita à sede do site Alô Alô Salomão na tarde desta sexta-feira, 30, familiares de Joelma Muniz Campos, de 46 anos, assassinada pelo ex – esposo José Antonio Rodrigues, 59 anos, pediram Justiça para o crime brutal ocorrido na quarta-feira, 28, no bairro Mimoso I, em Luis Eduardo Magalhães/BA.

Expressando indignação e revolta, à filha da vítima Vitória Muniz Campos, 15 anos e as irmãs Nielma Muniz Campos e Leda de Cássia Muniz Campos negam a versão propalada pelo criminoso, quando o mesmo alega que estava sendo traído e que matou por motivo passional.

Foto do José

Elas afirmam que o autor havia premeditado o crime, uma vez que, fazia constantes ameaças de morte contra Joelma, algumas por meio de mensagens via celular.  “Eu tenho tudo gravado. No dia do crime convidou-a para ter uma conversa dentro do seu bar, vizinho à residência dela, onde a executou brutalmente com golpes de faca e picareta”, disse Nielma.

Na data do ocorrido, vizinhos conseguiram arrombar a porta do bar para socorrê-la, mas já era tarde demais. A perícia constatou lesões na cabeça e testa de Joelma, que teve morte imediata. Populares detiveram o homicida e chamaram a polícia militar e o SAMU, que apenas atestou o óbito.

Ressaltou que ele mentiu em seu depoimento à polícia e imprensa regional, ao dizer que possui doença mental e toma remédio controlado, pois sempre demonstrou ser uma pessoa consciente dos seus atos e fazia consumo de bebida alcoólica constantemente. “Eu quero que ele apresente seu atestado de loucura e receita desse medicamento que diz tomar. Agora está se fazendo de louco para tentar ganhar a liberdade”, observou.

Vitória diz que sua mãe teve um ano e dois meses de convivência com José, porém estava separada há mais de seis meses e não possuía outro relacionamento amoroso. “Apesar das agressões psicológicas que sofreu dentro de casa e após rompimento da relação, minha mãe nunca deixou de ajuda-lo. Lavava roupas, dava comida, levava ao médico, mas não moravam debaixo do mesmo teto”.

Eles se conheceram em Querência-MT, onde Joelma trabalhou como balconista de farmácia, após receber proposta de emprego na cidade de Luis Eduardo Magalhães em 2012. Casaram-se no ano seguinte e vieram de mudança para a Bahia em 2014. “Era um estranho, que minha irmã teve a infelicidade de conhecer pra destruir a vida dela. Queremos pedir às autoridades que façam Justiça pelo amor de Deus”.

Para preservar a integridade física do acusado, a polícia de Luis Eduardo Magalhães o transferiu para o Complexo Policial da vizinha cidade de Barreiras. Ele foi autuado em flagrante por homicídio doloso e permanece preso à disposição do poder Judiciário.

Postagem: Joselia Brito

Alô Alô Salomãoconsultnvnghd,j img grande_opt