GAROTA DE 2 ANOS, DESCENDENTE DE FAMÍLIAS DO OESTE BAIANO PRECISA DE TRANSPLANTE DE MEDULA

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Vivian Cunha Iliopoulos, 2 anos, natural de Brasília/DF, onde mora com os pais, é descendente de famílias tradicionais de Riachão das Neves e Barreiras, municípios da região Oeste da Bahia. Neta de Nilson Cunha e bisneta do ex-prefeito riachãonevense, Antonio Américo. A garota precisa urgente de um transplante de medula óssea.

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Apesar do grave problema de saúde, a pequena é conversadeira e alegra a todos com o seu sorriso. A família luta incansavelmente para encontrar um doador compatível e vem desenvolvendo campanhas em vários veículos de comunicação no país, para salvar sua vida, apesar das chances serem pequenas — de uma em 100 mil casos.

Foi levada para o Hospital for Sick Children, em Toronto, Canadá, porque onde estava Internada, no Hospital da Criança em Brasília, o José de Alencar, passou por uma sessão de quimioterapia e teve uma recaída. Na unidade brasileira não possuía recursos para fazer o transplante.

Apesar do instável quadro clinico, Vivi, consegue brincar, fazer amizades, além de transmitir confiança e fé aos que torcem pela sua recuperação.

Informações do Correio Brasiliense

A leucemia transformou a vida da família de Vivian. Eles moravam no Canadá e estavam de férias no Brasil quando os médicos diagnosticaram a doença. Ela começou o tratamento aqui e os pais decidiram ficar no Distrito Federal, onde vive a família de Fabiana Lima Cunha, 31, mãe da criança. Era outubro de 2013. Na época, Vivi estava pálida, febril, com a barriga inchada, tinha dificuldade para comer e diarreia. “Ela passou um ano e meio em tratamento. Manteve-se feliz na maioria dos dias. As poucas vezes em que ficou abatida, não sofreu com enjoos. Sempre se manteve forte (leia depoimento)”, conta Fabiana. A família chegou, inclusive, a achar que a criança estava curada, mas há três dias soube que a doença tinha voltado.

Diante do novo diagnóstico, o próximo passo é receber mais um ciclo de quimioterapia como o objetivo de preparar o corpo da bebê para um transplante — única chance de ela se livrar da doença. De acordo com Fabiana, dessa vez, a doença não se manifestou. Os pais começaram a estranhar após a menina sofrer uma queda. Apesar de um acidente aparentemente banal, ela começou a se queixar de muitas dores e apresentou dificuldades para se locomover. Ela teve febre e os pais a levaram ao setor de oncologia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).

Esperança

O número de voluntários para doação de médula óssea no DF está abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde. A média de inscritos no ano passado foi de 3,9 mil — 5,1 mil a menos que os 9 mil recomendados pela pasta.

Segundo orientações do Inca, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos está apta para ser doadora, desde que esteja saudável (não ter doença contagiosa ou incapacitante). Os interessados devem procurar o Hemocentro para doar. Em Brasília, isso pode ser feito na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), no começo da Asa Norte. Voluntários preenchem um cadastro e têm o sangue coletado para determinar características genéticas que sejam compatíveis com as do receptor. Esses dados são armazenados em um sistema informatizado que cruza os dados de voluntários e pacientes.
Alô Alô Salomão com informações do Correio Brasiliense

Fotos: Arquivo da família

Postagem: Joselia Brito

Alô Alô Salomão

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