NOTA DE ESCLARECIMENTO DA SIBELLE DOURADO

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Na condição de representante legal do verdadeiro proprietário do Lote 08 da rua Camaçari, perto do cais de Barreiras, constitui advogado para assistência Jurídica, que a partir de análise dos autos tomou conhecimento do claro abuso de poder por parte da Oficiala de Justiça que determinou a derrubada do muro, a senhora Marlene da S. Pereira.

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O Mandado de citação e Intimação de Liminar determinava somente a paralisação da obra e garantia prazo de lei (15 dias) para apresentação de contestação por parte dos construtores do muro. Mesmo diante da apresentação de documentos que comprovavam a propriedade do lote, declaração de localização assinada pela Secretaria de Infraestrutura, atestando claramente que o muro não estava sobre uma rua, e ainda os insistentes pedidos feitos para que telefonasse pedindo ao juiz a suspensão da destruição do muro até que o mesmo ouvisse me ouvisse, de nada adiantou.

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Ela e sua colega Janete bradavam: “vamos ligar para o Drº Fernando, advogado da parte interessada na destruição do muro. Os advogados do Srº José Carlos Lima Peixoto, construtor e morador do ed. Rio Grande, Marcus Talvany e Petrus Vinícius Santos Marinho, filhos do também advogado e ex – juiz Fernando Santos Marinho, chegaram rapidamente ao local para acompanharem a destruição totalmente ilegal e abusiva.

A ‘patrola’ utilizada no serviço é de propriedade da empresa DAMAC Materiais de Construção. Procurado por Mim na manhã de hoje (19/03) para saber quem contratou o serviço, o proprietário da loja, onde também foi comprado o material de construção do muro, o Sr. Dan informou-me que foi procurado na tarde da sexta-feira (14\03) para alugar o equipamento, e diante da recusa dos motoristas dele em fazer o serviço quem comandou à ‘patrola’ foi um funcionário do próprio Sr. Peixoto.

Por coincidência, em frente à DAMAC está sendo erguido outro empreendimento do Sr. Peixoto, que tem placa de propaganda com o logotipo da empresa ROC e operários que ali trabalham utilizam uniforme também com logotipo da empresa ROC, iguais aos dos operários que participaram da demolição irregular. Quando eram indagados pelas pessoas sobre onde trabalhavam e por quem haviam sido contratados, os operários diziam que não podiam falar.
Ficam as perguntas:

O MANDADO DE CITAÇÃO ERA APENAS PARA PARALISAR A OBRA, COM ORIENTAÇÃO DE QUEM A OFICIALA ORDENOU A DEMOLIÇÃO?

POR QUE OS ADVOGADOS QUE TINHAM CONHECIMENTO JURÍDICO DE QUE A DERRUBADA SERIA ILEGAL ESTAVAM PRESENTES APOIANDO?

QUE MOTIVAÇÃO TIVERAM AS OFICIALAS PARA INCORRER NESSA ARBITRARIEDADE?
É, parece que Barreiras se tornou mesmo a cidade em que tudo pode…

Por: Sibelle Dourado (representante do proprietário do lote, seu pai).
O texto e fotos encaminhados ao blog Alô Alô Salomão são de inteira responsabilidade da senhora Sibelle Dourado.
Alô Alô Salomão

 

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