PREFEITO RECEBE CONSULTORES AMBIENTAIS E DISCUTE SOLUÇÃO PARA O “LIXÃO” DE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES

Uma das possibilidades é criar no local um Parque Sócio Ambiental, que possa vir a ser utilizado por toda população_opt

O prefeito Humberto Santa Cruz se reuniu na sexta-feira, 13, com os consultores ambientais Lutero Maurício de Souza e José Marcos, ambos de Salvador, e com a secretária de Meio Ambiente e Economia Solidária, Fernanda Aguiar, o secretário de Infraestrutura, Waldemar Lobo. Em pauta, uma solução para o lixão da cidade.

Para Lutero a situação do lixão de Luís Eduardo Magalhães é plenamente reversível, havendo, inclusive, a possibilidade de se criar no local um Parque Sócio Ambiental, que possa vir a ser utilizado por toda população. Segundo o consultor ambiental, atualmente, dos 417 municípios que compõe a Bahia, aproximadamente 10% possuem Aterro Sanitário.

“A criação de um aterro sanitário demanda planejamento e um alto investimento. Algo que pode demorar anos. Aqui em Luís Eduardo Magalhães, embora o lixão esteja dentro da cidade, é possível, devido as suas características, desenvolver soluções viáveis até que o aterro esteja concluído”, comentou Lutero.

Para a secretária de Meio Ambiente e Economia Solidária, Fernanda Aguiar, a ajuda da população será fundamental na transição entre o encerramento da área onde atualmente está o lixão e a criação do aterro sanitário. “Temos de gradativamente diminuir a quantidade de resíduos que vai para o lixão, por isso, é importante que a população participe da coleta seletiva”, observa Fernanda.

Atualmente o Programa de Coleta Seletiva possui dois caminhões, coletando material reciclável de toda cidade, atendendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O programa retirou os catadores que viviam no lixão e criou uma Central de Triagem. Segundo o prefeito Humberto Santa Cruz, embora a solução para o lixão seja uma prioridade, é importante que haja uma mudança nos hábitos da população, pois só assim será possível resolver o problema e implantar um aterro sanitário adequado.

Fonte: ASCOM/LEM
Alô Alô Salomão

 

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